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O Silêncio do Macho

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O Silêncio do Macho

Mensagem por OPontaDeLançaAfricano em Sex Jan 28, 2011 11:37 am

Dêem uma lida na análise dessa colunista da Época:

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI71128-15230,00-O+SILENCIO+DO+MACHO.html

O silêncio do macho

Mulheres e gays nunca falaram tanto sobre o que são e o que querem. Mas qual é o desejo dos homens heterossexuais nos dias de hoje?
ELIANE BRUM


O sociólogo francês Daniel Welzer-Lang está no Brasil para falar de seu novo livro, ainda sem tradução para o português. Nous, les mecs poderia ser traduzido como “Nós, os machos” ou “Nós, os caras”. Nele, o sociólogo, professor titular do departamento de Sociologia e pesquisador do Laboratório Interdisciplinar Solidariedades, Sociedades, Territórios, da Universidade de Toulouse II, fala sobre algo crucial do nosso tempo. Estudioso da masculinidade e da violência, Welzer-Lang diz: “Nós estamos vivendo, hoje, uma época paradoxal: nunca antes as mulheres, ainda submetidas a formas variadas de dominação masculina, falaram, discutiram e contestaram tanto. Nunca antes os gays, lésbicas e bissexuais abordaram tanto seus modos de vida. Entretanto, os homens continuam em silêncio”. Welzer-Lang cita o sociólogo canadense Marc Chabot: “A palavra dos homens é o silêncio”.

O que é ser homem, hoje? Pergunta difícil. O lugar do homem no mundo contemporâneo é uma excelente pergunta ainda com poucas respostas. Provavelmente porque a crise da masculinidade levará não a um modelo fechado, mas a múltiplas possibilidades. No espaço público e privado, os homens pouco debatem suas dores, muito se debatem com as fronteiras difusas do seu papel. Tenho observado a trajetória errática de amigos e conhecidos, tentando entender o que o mundo – e as mulheres – espera deles. E sem coragem de fazer uma pergunta mais perigosa, que vai doer mais, mas talvez os leve para um lugar no qual possam se reconhecer: qual é o meu desejo?

Perguntar sobre o que somos é sempre uma indagação sobre o desejo. Penso que os homens heterossexuais têm se perguntado muito pouco sobre seu desejo. Quase como se não tivessem direito à pergunta, menos ainda à resposta. É como se, culpados por séculos de opressão das mulheres e igualmente condenados por séculos de afirmação homofóbica, não tivessem direito a querer nada. É a vez das mulheres, dos gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros pronunciarem o seu desejo – e quanto mais alto melhor. Aos homens heterossexuais coube introjetar um “cale-se, vocês já falaram durante séculos”. Resta a eles o silêncio.

Voltam-se então para o que nós, as mulheres héteros, cada vez mais verborrágicas, esperamos deles. E nós, também tão confusas sobre o que esperar de nós mesmas, diante de tantos imperativos à altura apenas de super-heroínas, os enlouquecemos. O “homem novo” seria uma mistura de ursinho puff com godzilla (meigo, mas com pegada). Potente, mas voltado apenas para a satisfação do nosso desejo, ele teria de alcançar, nos confins do nosso corpo, pontos nebulosos cada vez mais avançados no alfabeto.

O “homem novo” deve ser sensível, mas se “falhar” no sexo, algumas de nós contarão do “fracasso” para a amiga com secreta satisfação no dia seguinte. E ele nunca mais será olhado com o mesmo respeito. Enchemos a boca para falar de nossa carreira, de nossa independência e do dinheiro que ganhamos, mas não estamos muito dispostas a sustentar um marido desempregado ou num mau momento profissional, sem considerá-lo um loser. Reservamos epítetos machistas para as ex-mulheres de nossos homens, e muitas de nós competem com as filhas desses casamentos como se disputássemos o mesmo lugar.

Por outro lado, esperamos que eles sejam os pais de nossos filhos, quando soar o alarme dos 30 e poucos, mas também podemos reduzi-los a um espermatozóide anônimo num banco de esperma, se for necessário. E se eles não quiserem ter filhos, uma escolha legítima nos dias de hoje, pelo menos para nós, no caso deles é porque não cresceram, seguem estacionados na adolescência e, de novo, não conseguiram tornar-se homens.

Esse comportamento não é circunscrito às mulheres de classe média. Tenho observado e conversado com mulheres pelas periferias de São Paulo. Muitas sustentam a casa, criam os filhos e não sabem bem para que serve o homem dentro de casa. Algumas parecem manter os maridos por uma crença de que é importante, ainda que devido a um certo status na comunidade, ter um. Mas não têm muita esperança de descobrir para que mais servem. E falam deles com um desprezo acachapante.

No mesmo sentido, basta ir a qualquer bairro de periferia de uma grande cidade, para descobrir que as mulheres não estão em casa durante o dia, mas muitos homens sim. E para não assumir o território ainda tabu do lar, ficam pelos bares, pelas ruas, se alcoolizando ou se drogando. Ou arrumando briga, a violência como um espaço que ainda reconhecem como seu. Sem trabalho, sem perspectiva, sem lugar. E sem conseguir verbalizar essa dor, menos ainda elaborá-la.

Se perguntarem a nós, mulheres-alfa (!!!?), o que esperamos do novo homem, machos de todas as classes sociais vão descobrir que é muito mais fácil passar por um ritual de virilidade de alguma tribo indígena. Ou matar um lobo numa caverna, como fez Leônidas, o rei de Esparta, no filme 300. Aliás, num mundo em que todos os rituais e os privilégios do macho foram eliminados ou estão sub judice, como se reconhecer? Como não silenciar diante do barulho dos “dominados”, que invocam o direito de igualdade? Como saber o que é um homem se não é preciso mais de um nem para fazer um filho?

Em uma entrevista ao Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM), uma das entidades que o trouxe ao Brasil, Welzer-Lang diz, com muita lucidez: “Nós somos socializados, enquanto dominantes, na luta para ver quem é o melhor, o mais forte. Mas também somos socializados de maneira homofóbica e vistos como ‘os grandes incapazes afetivos’. É tempo de os héteros fazerem também seu coming out, falarem da pluralidade de seus desejos e de suas práticas”.

Sou otimista. Acredito que essa profunda crise do masculino levará a homens muito mais livres em suas possibilidades. E penso que cabe a nós, mulheres, suspender um pouco a nossa verborragia tão perto da histeria e escutar com mais generosidade nossos parceiros. Escutar sem os preconceitos dos tantos papéis que assumimos – e dos tantos que impingimos a eles. Escutar é talvez o mais profundo ato de amor. E é sempre um começo sedutor para um encontro entre corpos com alma.

Os homens não são os únicos a bater cabeça por aí. Também nós sofremos e nos confundimos o tempo todo. Assim como continua não sendo fácil ser gay, lésbica ou transgênero. Mas acho que hoje é mais difícil para um homem saber o que é, qual é o seu lugar e qual é o seu desejo. Penso que são os homens heterossexuais que hoje vivem um grau variado de repressão. E, diante de demandas tão contraditórias, sofrem sem ousar perguntar qual é o seu desejo. A esses homens, sugiro suspender por um tempo a questão do que nós, mulheres, esperamos de vocês – e passar a perguntar o que querem de si, para si.

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Re: O Silêncio do Macho

Mensagem por Zero²¹ em Sex Jan 28, 2011 12:10 pm

TExto perfeito...
Positivado ...

Realmente hoje em dia está cada vez mais dificil mesmo ser HOMEM!!!

boa reflexão
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Re: O Silêncio do Macho

Mensagem por nogueira em Sex Jan 28, 2011 12:20 pm

Gostei do texto, tá na hora dos homens se fazerem ouvir. :cerva:
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Re: O Silêncio do Macho

Mensagem por John_junior em Sex Jan 28, 2011 1:01 pm

excelente artigo e que vai exatamente ao encontro das nossas discussões aqui: produzir no homem um estado interior de domínio de si mesmo, de seus desejos e pensamentos.

como está escrito, tem muita histeria da parte dessas supostas "minorias oprimidas" e vem dizer que o homem está "calado" pelo simples fato de muito quererem falar, mas nada terem a dizer...
mal sabem eles que dentre as virtudes masculinas mais verdadeiras, a circunspecção e a serenidade é que justifica esse suposto "silêncio".

como minha vó dizia: "quanto mais vazia a carroça, mas barulho ela faz"
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Re: O Silêncio do Macho

Mensagem por OPontaDeLançaAfricano em Sex Jan 28, 2011 1:48 pm

Vale lembrar que o texto foi escrito por uma mulher, ELIANE BRUM.
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Re: O Silêncio do Macho

Mensagem por Carlos em Sex Jan 28, 2011 1:58 pm

Achei interessante foi um comentário no site da matéria:

Eu sou meio feminino no meu relacionamento com mulher. Eu gosto da companhia da mulher, eu gosto de jogar conversa fora com mulher (essa estória de mesa de bar com os amigos é uma perda de tempo total), eu gosto de me divertir com mulher (futebol, cinema, caminhada, etc), nada mais prazeroso que aquele cheiro feminino, a risada, o andar, eu admiro apaixonadamente as mulheres. Por outro lado, o meu maior desejo é aquele papai e mamãe tradicional, no qual você penetra e, depois de um nheco-nheco feroz, fica meio que paradinho, mexendo bem de mansinho, totalmente dentro dela e ela dentro de você, mãos entrelaçadas, beijando o pescocinho dela, a boquinha dela, os peitinhos dela roçando no meu peito, as mãos na bunda dela, nas coxas, nas costas, por um bom tempo, até que você goza e ela me dá, num movimento intermitente, várias mordidas com a vagina no meu pênis, elevando o orgasmo a um tal pico máximo que se confunde com uma forte dor e, então você não sabe se fica ou se sai, até que não aguentando mais, você grita: para ! para !.... continua ! continua !... para ! se não eu vou morrer minha rainha abelha assassina ! Eu gosto de ser escravo da minha rainha. E realizar o creme de la creme das fantasias sexuais. Tê-la à minha disposição numa mesa de massagem: nua, molhada, revirando os olhos, sendo massageada dos pés às costas, dos seios ao colo, à vagina, às coxas, às pernas. Caramba: tive uma ereção. Cadê minha agenda: vou telefonar correndo para uma de minhas rainhas.
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Re: O Silêncio do Macho

Mensagem por John_junior em Sex Jan 28, 2011 2:11 pm

esse comentarista deve frequentar comunidades e fóruns de BDSM...
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Re: O Silêncio do Macho

Mensagem por Convidad em Sex Jan 28, 2011 3:48 pm

Vou meter a real e não vou ficar em silêncio!

Por mim, por nós, por todos, meus irmãos e guerreiros da real!

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Re: O Silêncio do Macho

Mensagem por barão_kageyama em Sex Jan 28, 2011 6:57 pm

Carlos escreveu:Achei interessante foi um comentário no site da matéria:

Eu sou meio feminino no meu relacionamento com mulher. Eu gosto da companhia da mulher, eu gosto de jogar conversa fora com mulher (essa estória de mesa de bar com os amigos é uma perda de tempo total), eu gosto de me divertir com mulher (futebol, cinema, caminhada, etc), nada mais prazeroso que aquele cheiro feminino, a risada, o andar, eu admiro apaixonadamente as mulheres. Por outro lado, o meu maior desejo é aquele papai e mamãe tradicional, no qual você penetra e, depois de um nheco-nheco feroz, fica meio que paradinho, mexendo bem de mansinho, totalmente dentro dela e ela dentro de você, mãos entrelaçadas, beijando o pescocinho dela, a boquinha dela, os peitinhos dela roçando no meu peito, as mãos na bunda dela, nas coxas, nas costas, por um bom tempo, até que você goza e ela me dá, num movimento intermitente, várias mordidas com a vagina no meu pênis, elevando o orgasmo a um tal pico máximo que se confunde com uma forte dor e, então você não sabe se fica ou se sai, até que não aguentando mais, você grita: para ! para !.... continua ! continua !... para ! se não eu vou morrer minha rainha abelha assassina ! Eu gosto de ser escravo da minha rainha. E realizar o creme de la creme das fantasias sexuais. Tê-la à minha disposição numa mesa de massagem: nua, molhada, revirando os olhos, sendo massageada dos pés às costas, dos seios ao colo, à vagina, às coxas, às pernas. Caramba: tive uma ereção. Cadê minha agenda: vou telefonar correndo para uma de minhas rainhas.


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Re: O Silêncio do Macho

Mensagem por Capitão em Sex Jan 28, 2011 7:06 pm

Carlos escreveu:Achei interessante foi um comentário no site da matéria:

Eu sou meio feminino no meu relacionamento com mulher. Eu gosto da companhia da mulher, eu gosto de jogar conversa fora com mulher (essa estória de mesa de bar com os amigos é uma perda de tempo total), eu gosto de me divertir com mulher (futebol, cinema, caminhada, etc), nada mais prazeroso que aquele cheiro feminino, a risada, o andar, eu admiro apaixonadamente as mulheres. Por outro lado, o meu maior desejo é aquele papai e mamãe tradicional, no qual você penetra e, depois de um nheco-nheco feroz, fica meio que paradinho, mexendo bem de mansinho, totalmente dentro dela e ela dentro de você, mãos entrelaçadas, beijando o pescocinho dela, a boquinha dela, os peitinhos dela roçando no meu peito, as mãos na bunda dela, nas coxas, nas costas, por um bom tempo, até que você goza e ela me dá, num movimento intermitente, várias mordidas com a vagina no meu pênis, elevando o orgasmo a um tal pico máximo que se confunde com uma forte dor e, então você não sabe se fica ou se sai, até que não aguentando mais, você grita: para ! para !.... continua ! continua !... para ! se não eu vou morrer minha rainha abelha assassina ! Eu gosto de ser escravo da minha rainha. E realizar o creme de la creme das fantasias sexuais. Tê-la à minha disposição numa mesa de massagem: nua, molhada, revirando os olhos, sendo massageada dos pés às costas, dos seios ao colo, à vagina, às coxas, às pernas. Caramba: tive uma ereção. Cadê minha agenda: vou telefonar correndo para uma de minhas rainhas.

só pode ser sacanagem kkkkkkk
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Re: O Silêncio do Macho

Mensagem por Homem-Man em Sex Jan 28, 2011 10:07 pm

Na boa, nem reclamo da dificuldade em ser homem. É a superação que nos torna homens.
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Re: O Silêncio do Macho

Mensagem por Estivador em Sex Jul 08, 2011 9:52 pm

Eu já li todos os livros do NA e Esther Villar e sempre a conselho meus colegas a agirem e se moldarem conforme o perfil mencionado por ele (NA)! ISSO É UM DIREITO E DEVER LEGÍTIMO DO HOMEM! Mudei muito meu comportamento e hoje sou cada vez mais feliz! não estou namorando e nem ficando, mas tenho tido apoio inclusive de algumas mulheres anti-feministas. Ex: Tava em Santa Tereza com a minha mãe e a amiga dela (36 anos). Bonita, tem um bom emprego e tá solteira! Ficamos aguardando o bondinho para voltarmos pro meu carro e comecei a conversar e soltei pra todo mundo que tava perto ouvir: VOU FAZER 32 ANOS E É A MELHOR FASE DA MINHA VIDA! ELA TÁ SÓ COMEÇANDO E A MULHER QUE CHEGOU AOS 30, VELA E CAIXÃO PRETO PRA ELA! TÁ PERDIDA E DESESPERADA! Ela não só concordou comigo como deu o parecer dela também a respeito do assunto. VIVA A MASCULINIDADE E PORRADA NO FEMINISMO!!!!!!!
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Re: O Silêncio do Macho

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